Klingelfus explica que o conceito de “orquídea rara” é muito relativo. “A partir do momento em que ele fez um pedacinho [para reproduzi-la], ela deixou de ser rara”, comenta. O compartilhamento de espécies é muito comum entre os orquidófilos, já que são entusiastas de cruzamentos que dão certo. “Eu diria que tinha duas espécies raras”, explica Klingelfus, “mas já não tenho mais porque me desfiz de quatro pedaços. Então somos eu e mais quatro pessoas. Para o mundo inteiro é raríssima”. No entanto, mesmo rara, ele explica que a exclusividade sobre a reprodução se perde a partir do momento em que se troca com os amigos.